Guarani luta contra tabu de vitórias

O técnico Jair Picerni tem razão quando coça a cabeça e reclama da falta de regularidade do Guarani. Há um ano e meio o time não vence duas vezes seguidas e o objetivo é quebrar esta tabu que atormenta o clube ainda no Campeonato Paulista. O problema é o próximo jogo: contra o Santos, quinta-feira, na Vila Belmiro."Já temos um grupo de qualidade, mas precisamos ter mais concentração, mais consciência e mais personalidade", avisa Picerni que após a última derrota disse que "jogamos no segundo tempo como time pequeno".Os últimos dois resultados positivos seguidos aconteceram no Campeonato Brasileiro de 2003, quando bateu o Atlético-PR (1 a 0) e Figueirense (3 a 0), ambos no Estádio Brinco de Ouro. Na ocasião, o técnico era Barbieri, que depois foi substituído por Joel Santana, Zetti, Lori Sandri, Agnaldo Liz e Jair Picerni. Nessa dança de treinadores, ainda teve espaço para Renato Pé Murcho e Lino Fachini assumirem de forma interina. O goleiro Jean, o zagueiro Juninho e o lateral-esquerdo Gilson são os únicos do elenco que estavam no time em 2003. No total, são 18 meses, cinco competições e 91 jogos.Para o jogo contra o Santos, o elenco se apresentou nesta segunda-feira e realizou apenas treinos físicos. A tarde foi livre. Haverá trabalho em dois períodos nesta terça-feira e o coletivo na quarta-feira cedo que definirá o time. Tucho, mais bem preparado fisicamente, pode ganhar uma vaga no meio de campo no lugar de Heverton. No ataque, o rápido Catatau pode recuperar a vaga de Nilson Sergipano.

Agencia Estado,

07 de fevereiro de 2005 | 15h13

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