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Guarani muda jogadores, mas mantém esquema para defender liderança na Série B

Vadão não vai abrir mão de estilo, com muito toque de bola e esperando o momento certo para as finalizações

Estadao Conteudo

20 de julho de 2017 | 18h10

Líder da Série B do Campeonato Brasileiro, com 27 pontos, o Guarani deve ter algumas mudanças para o jogo contra o CRB, às 19 horas de sábado, no estádio Rei Pelé, em Maceió (AL), pela 16ª rodada. Mas o técnico Vadão garante que seu time não vai abrir mão de seu estilo de jogo, com muito toque de bola e esperando o momento certo para as finalizações.

"É nosso modo de atuar, saindo de trás com a bola nos pés e tentando ficar com o domínio do jogo. Claro que a gente muda conforme a disposição do adversário, mas sempre impondo nosso ritmo", explicou Vadão.

Com relação ao time, as mudanças estão praticamente definidas. Sem o zagueiro William Rocha machucado, Everton Páscoa vai fazer a sua estreia ao lado de Jussani. Sem Rafael Silva, também machucado, a opção vai ser a escalação de Caíque como homem de área e único atacante.

Esta baixa ofensiva, inclusive, passou a ser determinante para a manutenção do meia Fumagalli, que vinha sendo poupado em alguns jogos fora de Campinas. E o sistema de marcação pode ser reforçado com a entrada de Richarlison. A provável formação é esta: Leandro Santos; Lenon, Everton Páscoa, Jussani e Salomão; Auremir, Evandro e Richarlison; Fumagalli e Bruno Nazário; Caíque.

Com a saída de Bruno Samudio, negociado com um clube turco, a diretoria trouxe Renteria, ex-Internacional, mas que ainda está sem ritmo de jogo. Além disso, contratou o atacante Bruno Mendes, de 22 anos, revelado no próprio clube, com passagem pelo Botafogo e que estava atuando no Vitória de Guimarães, de Portugal.

Esta negociação se arrastava há três semanas, mas só foi efetivada nesta quinta-feira com a assinatura de contrato. Agora o clube corre atrás de sua regularização, o que sempre demora mais por ser uma transação internacional.

Bruno Mendes pertence ao Deportivo Maldonado, do Uruguai, que tem os direitos econômicos de outros jogadores como o argentino, ex-São Paulo, Calleri. O Guarani será responsável por arcar com 60% dos vencimentos do atleta, e terá 20% de lucro em uma venda futura.

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