Guarani pressiona e árbitro é suspenso de sorteio

O presidente do Guarani, Marcelo Mingone, esteve na sede da CBF para reclamar das más arbitragens contra o clube na Série B do Brasileiro. E as críticas contra Sandro Meira Ricci funcionaram. Nesta terça-feira, a comissão de arbitragem confirmou punição de dois jogos ao árbitro de Pernambuco pela atuação no confronto entre América-MG e Guarani, no Estádio Independência, em Belo Horizonte. Ele ficará de fora do sorteio para as rodadas do meio e do final de semana.

AE, Agência Estado

24 de julho de 2012 | 21h02

"Eu fui recebido pelo Sérgio Correia (Presidente da Comissão Nacional dos Árbitros). Por cerca de três horas conversamos e pelo que me passaram esse árbitro não vai apitar nessa semana. Acho que é justo pelos erros que ele cometeu. Eles (Comissão Nacional dos Árbitros) também acharam um absurdo o que foi a arbitragem na partida contra o América-MG", analisou Mingone.

Na partida no Estádio Independência, o time campineiro reclama do pênalti que deu origem ao gol de empate do time mineiro. Nos empates contra o Boa, pela segunda rodada, e ABC, pela sétima, a diretoria do Guarani reclamou publicamente de pênaltis não marcados a favor da equipe.

A súmula da partida da última sexta-feira foi divulgada pela CBF nesta terça e Sandro Meira Ricci, único árbitro do quadro da Fifa no nordeste, apontou às críticas e ameaças feitas pelo diretor de futebol do Guarani, Roberto Constantino, e por Mingone. De acordo com os relatos do árbitro, os dirigentes do Guarani o chamaram de "safado", "bandido" e "ladrão". No entanto, com a punição ao árbitro e o reconhecimento dos erros pela Comissão, os relatos do juiz devem ser desqualificados caso ocorra alguma denúncia do STJD contra os dirigentes.

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