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Guarani recebe apoio para pagar mais dois meses de salário

Presidente disse que o clube poderia fechar por conta das dívidas

GUILHERME MAZIEIRO, ESPECIAL PARA O ESTADO

25 de junho de 2015 | 20h50

Após o presidente do Guarani F.C., Horley Sena, afirmar que o clube poderia fechar as portas em razão do acúmulo de dívidas, foi anunciado hoje que houve um aporte financeiro da empresa Magnum. O valor, não revelado, permitirá bancar por mais dois meses os pagamentos de funcionários.

“Conseguiremos manter todos os setores por mais alguns meses, sem a necessidade de cortar despesas na pele”, declarou Sena. "Mas a área do futebol  masculino e base "nunca foram cogitados pela diretoria", afirmou o presidente do Guarani, que já foi campeão brasileiro e formou craques como o centroavante Careca.

A diretoria do clube discute o fechamento de setores da entidade como o da natação, em que há dois funcionários e o futebol feminino, no qual o corte poderia demitir 15 jogadoras e dois técnicos.

Atualmente, o clube não possui dinheiro para pagar contas básicas como luz, água, telefone  e funcionários. Dos cerca de mil sócios patrimoniais, 400 estão inadimplentes, de acordo com a assessoria de imprensa. O valor, também não divulgado, que é pago pelos outros 600 associados em maio está retido na Justiça.

Um dos principais motivos para o atraso nos pagamentos é o bloqueio de dinheiro que a Justiça fez do leilão do estádio Brinco de Ouro de Princesa.

Sena ressalta que o corte e o fechamento do departamento de futebol masculino e base nunca foram cogitados pela diretoria e continuarão a existir.

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