Guarani regulariza tobogã, mas aguarda liminar do STJD para o Brinco

Time de Campinas decide o título da Série C

Agência Estado, Estadão Conteúdo

25 Outubro 2016 | 20h45

Antes de entrar em campo para decidir o título do Campeonato Brasileiro da Série C, o Guarani trava duelos fora de campo. São duas frentes. Uma pela liberação do tobogã, o anel superior do Estádio Brinco de Ouro, e que só depende de um laudo da Polícia Militar. Outra é desenrolada no Rio de Janeiro, onde o departamento jurídico tenta um efeito suspensivo para permitir a presença da torcida no jogo de sábado, contra o Boa, a partir das 19h15.

A primeira etapa já está praticamente vencida. Após reformas ocorridas no setor do tobogã, já na semana passada, houve a liberação por parte do Corpo de Bombeiros. Nesta tarde aconteceu a vistoria por parte da Polícia Militar. A missão coube ao capitão André Luiz, que aprovou as mudanças ocorridas no estádio.

"Nossa preocupação é além da segurança, com itens de acesso e que se baseiam no Estatuto do Torcedor. Mas está tudo conforme solicitado anteriormente" garantiu o capitão. Agora ele vai providenciar um laudo anual que será encaminhado ao clube e, sem seguida, enviado à Federação Paulista de Futebol (FPF).

Por questão de segurança, o tobogã não foi todo liberado. Oito degraus da parte superior foram interditados. Mesmo assim, o setor comportaria, de maneira confortável, 5.020 torcedores. Com 12.300 no resto do estádio, o total de público poderia chegar aos 17.320. A logística para a venda de ingressos está suspensa até a liberação da entrada do público.

LIMINAR NO STJD

O advogado carioca Osvaldo Sestário defende o Guarani no Superior Tribunal de Justiça (STJD). Somente nesta tarde ele pôde entrar com pedido de efeito suspensivo para permitir a presença do público no primeiro jogo decisivo com o Boa. O clube foi suspenso por um jogo com portões fechados porque nas quartas de final, um torcedor invadiu o gramado para comemorar a vitória e agrediu um atleta do ASA: Diego.

Como a punição ocorreu na reta final da competição, a tentativa é de cumprir a punição somente no ano que vem, já no Campeonato Brasileiro da Série B. A expectativa do advogado é de que o "despacho ocorra na quarta ou quinta-feira". O jogo de volta será em Varginha, dia 30, às 18h45, porque o time mineiro tem maior pontuação na competição.

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