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Guarani tenta evitar leilão do estádio Brinco de Ouro, avaliado em R$ 500 mi

Dívidas trabalhistas colocam o clube em crise e leva Justiça a intervir no caso

AE, Agência Estado

29 de outubro de 2013 | 20h28

CAMPINAS - Cerca de 70% do terreno, onde está localizado o Brinco de Ouro da Princesa, estádio do Guarani, será leiloado nesta quarta-feira, em Campinas, no prédio da Justiça do Trabalho. O terreno que é avaliado em R$ 500 milhões de reais, terá seu lance inicial no valor de R$ 147 milhões e caso seja arrematado, ocasionará um prejuízo ainda maior ao clube, já que é um dos poucos bens que ainda possui. A Justiça avalia a área em R$ 210 milhões. O advogado Gustavo Tavares, que está defendendo o Guarani nesta causa, tentou nesta terça, pela terceira vez, adiar o leilão, mas acabou tendo o pedido negado na 1.ª Vara do Trabalho de Campinas. Um grupo de investimento chinês estaria em Campinas para participar do leilão. Para quem tem todo o dinheiro, sem dúvida é um grande negócio.

A venda do Brinco de Ouro é fruto de uma série de processos trabalhistas que o clube acumulou nos últimos anos. Neste caso específico há um processo do ex-lateral-esquerdo Gustavo Nery, no valor aproximado de R$ 1,5 milhão, que somado a outras quatro ações dá um valor aproximado de R$ 5 milhões. Estima-se que o clube deva, no momento, algo perto de R$ 150 milhões entre ações trabalhistas e outros débitos. A solução seria a venda de parte da área dos arredores do Brinco de Ouro. Já existe um projeto encaminhado à prefeitura municipal para a viabilização da incorporação. Mas tudo poderá ir por água abaixo caso algum grupo arremate a área no leilão.

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