Guarani FC/ Divulgação
Guarani FC/ Divulgação

Guarani tenta liminar para poder ter torcida na final da Série C

Time de Campinas tem que cumprir um jogo de punição

Estadão Conteúdo

24 Outubro 2016 | 13h00

Depois de conseguir uma virada épica para chegar à final da Série C do Campeonato Brasileiro, o Guarani pode se ver obrigado a jogar com o Brinco de Ouro da Princesa vazio na primeira partida da decisão, provavelmente no próximo sábado. O time de Campinas, afinal, tem que cumprir um jogo de punição aplicada pelo Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Na semana passada, o STJD determinou que o Guarani tem que atuar uma partida com portões fechados além de pagar uma multa de R$ 22 mil por conta da confusão no duelo contra o ASA, também no Brinco de Ouro, quando o clube campineiro conseguiu o acesso para a Série B.

A equipe alagoana alega que seu ônibus foi apedrejado por torcedores locais. Além disso, após o fim da partida, alguns torcedores invadiram o campo e um deles agrediu com um soco nas costas o camisa 11 alagoano Diogo.

Na semifinal, no último domingo, o Guarani conseguiu uma virada histórica. Depois de perder por 4 a 0 do ABC no jogo de ida, em Natal, fez 6 a 0 no Brinco de Ouro para avançar à final.

Nesta segunda, o clube deve entrar com uma liminar para liberar o estádio enquanto o caso não é julgado pelo Pleno do STJD. Isso adiaria uma eventual punição para o ano que vem, na primeira rodada como mandante na Série B.

O Guarani também vai tentar a liberação do Tobogã, setor que está fechado desde 2013, devido a falta de segurança. Em reformas recebtes, o clube instalou barras anti-esmagamento, seis novas escadas e uma barreira de alumínio nos últimos oito degraus, diminuindo a capacidade para aproximadamente seis mil pessoas. Contra o ASA, sem o Tobogã, o Guarani botou mais de 12 mil pagantes no Brinco.

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