Guarani tenta prolongar luta contra o rebaixamento

"Será nosso último suspiro". A frase do técnico Vágner Mancini resume bem o clima do Guarani para o jogo decisivo contra o Grêmio, neste domingo, às 17 horas, no Estádio Brinco de Ouro, em Campinas, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Uma derrota sacramentará o rebaixamento do time paulista para a Série B, o sétimo na década atual.

AE, Agência Estado

28 de novembro de 2010 | 08h37

Para bater o time de melhor campanha no returno, entretanto, os paulistas terão de superar a pressão da sua própria torcida. As principais torcidas organizadas do clube prometem fazer muitos protestos contra o presidente Leonel Martins de Oliveira, a comissão técnica e o elenco antes e durante o jogo.

A gota d?água foram os dois últimos tropeços contra concorrentes diretos, empate contra Vitória (1 a 1) e derrota para o Flamengo (2 a 1). Com mais estes resultados negativos, o Guarani chegou a 11 rodadas sem vitórias, com quatro empates e sete derrotas, caindo para a 18.ª posição, com 37 pontos.

Apesar de todo o cenário desfavorável, o Vágner Mancini tenta manter o mínimo de otimismo. "Vamos buscar a vitória de todas as formas, pois vencendo os dois jogos restantes temos chances de escapar. Não vamos jogar a toalha", disse.

Para esta partida, o treinador tem um desfalque certo. Ele não poderá contar com o atacante Geovane, suspenso pelo terceiro amarelo. A vaga ficará com Reinaldo, que atuou pelo Grêmio entre 2008 e 2009.

Além disso, Mancini tem duas dúvidas. O meia Preto e o atacante Mazola estão fora por dores musculares desde o treino de quinta-feira. Caso não tenham condição de jogo, os dois serão substituídos por Paulinho e Pablo, respectivamente.

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