Guardiola diz que faltam derrotas para testar Barcelona

O baixo número de derrotas é um dos argumentos usados por aqueles que acham que o atual time do Barcelona é um dos maiores da história do futebol. Técnico da equipe catalã, Joseph Guardiola pensa o inverso: é por perder pouco que o Barça não pode ser julgado como uma grande equipe.

AE, Agência Estado

11 de fevereiro de 2011 | 18h45

Para os treinador, a falta de derrotas - apenas uma em 22 rodadas da Liga Espanhola na atual temporada - impede o Barcelona de ser testado na adversidade. E é isso que faz uma grande equipe. "Nós perdemos muito pouco para sabermos se somos uma grande equipe. Estas se veem nos momentos ruins e nós tivemos poucos destes. Não obstante, creio que pelo perfil dos meus jogadores, eles dariam um passe adiante", justificou Guardiola.

O treinador do time que tem encantado o mundo mostrou uma forma peculiar de identificar um bom time. Para ele, os títulos vêm em segundo plano. "Não vale nada ser campeão se o elenco é incontrolável, e não temos o mínimo de respeito. Esta é a primeira regra dentro de um grupo", explicou.

Guardiola, porém, negou que tenha qualquer ingerência na vida pessoal de seus atletas. Recentemente, a imprensa espanhola divulgou que ele teria aconselhado Piqué a revelar que estava namorando a cantora Shakira, antes que a relação fosse tema de fofocas.

"Eu posso ser um bom treinador, mas não me meto e não quero me meter na vida privada de ninguém. O grupo conhece Piqué e ele é um garoto fantástico", afirmou o treinador, que se recusou a comentar sobre o interesse do Barcelona em contratar Cesc Fábregas: "Não falo, por respeito ao Arsenal e porque Arséne Wenger (técnico do time inglês) já disse que não o vende".

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