Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Guerra elogia posição em que Cuca o escala no Palmeiras: 'Me dá liberdade'

Para meia venezuelano, esquema tático lhe deu mais liberdade para ajudar o time e propiciou ter atuações melhores

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

28 de junho de 2017 | 11h00

No momento atual do Palmeiras é praticamente impensável pensar em um time ideal sem a presença do meia Guerra. O venezuelano se adaptou ao futebol brasileiro e se transformou em titular absoluto, ao ter atuado em 23 jogos, com seis gols e três assistências. Nesta terça-feira, o jogador comentou que esses atributos melhoraram graças ao técnica Cuca, que o escalou na sua posição preferida.

"O Eduardo (Baptista) me usava no meio pela direita. Uma posição em que havia jogado no Atlético Nacional com o (Juan Carlos) Osorio, mas me sentia limitado, sem liberdade. Eu me sinto melhor jogando solto, agora, com o Cuca. Ele me dá liberdade", disse o jogador nesta terça. O bom momento levou Guerra a se destacar no domingo, quando fez os gols do time na vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, pelo Campeonato Brasileiro.

O jogador de 31 anos chegou ao clube neste ano e admite ter sentido dificuldades no começo principalmente pelos gramados de má qualidade em que atuou no Campeonato Paulista. A evolução veio nas últimas semanas e acompanhou o crescimento na parte física. Antes alvo de preocupação da comissão técnica pelo desgaste excessivo, agora Guerra tem jogado partidas seguidas, sem precisar ser poupado.

Neste ano foram 23 jogos, contra 33 no ano passado e 34 em 2015, pelo Atlético Nacional. O venezuelano explicou que a diferença está na estrutura do Palmeiras para recuperar jogadores. "Sinto que a preparação do Palmeiras é muito boa, porque o corpo técnico sabe fazer a recuperação depois de cada jogo", disse. Nesta terça, por exemplo, em vez de treinar no campo, Guerra fez novamente um trabalho regenerativo na academia.

Mesmo em grande fase, o venezuelano descartou se considerar fundamental para o time tender. "No futebol são 11 jogadores mais os que estão no banco e os que estão lesionados. Precisamos de todos para poder ser um time de primeiro nível. Não podemos depender de só um jogador. Se fosse um só jogador, seria tênis. Futebol é esporte em conjunto. Precisamos de todos", comentou.

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