Clayton de Souza/Estadão
Clayton de Souza/Estadão

Guerrero elogia dupla com Pato, mas defende rodízio

Atacante afirma que Corinthians tem bom grupo e por isso outros jogadores podem fazer dupla com Pato

VÍTOR MARQUES, Agência Estado

28 de fevereiro de 2013 | 17h25

SÃO PAULO - Diante do Millonarios, quarta à noite, no Pacaembu, o técnico Tite experimentou pela primeira vez a formação ofensiva com Alexandre Pato e Paolo Guerrero jogando juntos. O esquema deu certo, tanto é que a vitória por 2 a 0 pela Libertadores veio exatamente com gols dos dois atacantes.

Para o peruano, um dos ídolos da torcida, a formação com dois jogadores que costumam jogar mais próximos ao gol adversário pode sim dar certo. "Acho que sim, (podemos jogar juntos), mas tem vários jogadores que podem jogar juntos, como Emerson com Pato. Todo mundo pode jogar. A gente tem um bom grupo, um grupo que tem ambição e quer ganhar títulos", destacou Guerrero.

Na análise do artilheiro do time, que parece ser o único com lugar cativo no ataque, a tendência é um rodízio no ataque corintiano. "Para o professor (Tite), a ideia é que sempre a parte ofensiva mude constantemente, não só eu com Pato, mas com Emerson, com Romarinho, porque é mais difícil para as defesas."

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, Guerrero comentou sobre a experiência de atuar num estádio praticamente sem torcida, como aconteceu no Pacaembu nesta quarta-feira. "Jogar sem torcida fica chato. Jogar com torcida significa muito, mais ainda quando a gente conhece a torcida do Corinthians. Dá outra motivação", contou ele.

O jogador preferiu não se envolver em polêmica ao ser perguntado sobre os quatro torcedores que se valeram de uma liminar concedida pela Justiça para assistir ao jogo no Pacaembu, apesar do pedido da diretoria para que não entrassem no estádio.

"Quatro torcedores era difícil escutar, mas quando a gente entrou e viu quatro torcedores cantando, foi diferente, não estamos acostumados", comentou Guerrero. "Não sei o que vai acontecer. Corintiano é louco, sempre vai querer torcer. Espero que não (prejudique o clube). Isso é para os dirigentes, não sei."

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