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Guerrero retorna aos treinos no Corinthians nesta quinta-feira

Atacante foi desfalque em 4 partidas por ter contraído dengue

Estadão Conteúdo

23 de abril de 2015 | 07h32

O atacante Paolo Guerrero volta aos treinamentos do Corinthians nesta quinta-feira. Depois de uma semana de internação no hospital São Luiz, em São Paulo, por ter contraído dengue - a alta médica foi dada na última sexta -, o peruano foi aprovado nos testes realizados nesta quarta.

Na semana passada, o preparador físico do Corinthians, Fábio Mahseredjian, disse que o artilheiro precisaria de 10 dias para recuperar a forma física. Isso significa que Guerrero tem chances de voltar ainda nas oitavas de final da Copa Libertadores.

No dia 11 de abril, o peruano começou a reclamar de fortes dores de cabeça. Ele estava escalado para enfrentar a Ponte Preta, pelas quartas de final do Campeonato Paulista, mas acabou vetado pelos médicos. Imediatamente, deixou a concentração no CT Joaquim Grava e foi para o hospital.

Guerrero foi o segundo jogador do Corinthians a contrair a doença. Em fevereiro, o zagueiro Rodrigo Sam também foi picado pelo mosquito transmissor da dengue. Os dois casos colocaram o departamento médico do Corinthians em estado de alerta. O CT do Parque Ecológico tem sido monitorado por funcionários do clube, apesar da suspeita de que o atacante tenha sido picado no condomínio onde mora, em Santana de Parnaíba. O zagueiro, por sua vez, teria contraído a doença em Marília, durante folga.

Por causa da doença, o camisa 9 ficou fora de fora de quatro partidas (Ponte Preta e Palmeiras, pelo Paulistão, San Lorenzo e São Paulo, pela Libertadores).

Embora o elenco seja recheado de opções, o peruano, principal jogador da equipe na temporada, fez falta. Vagner Love, substituto imediato, ainda não convenceu; Danilo, improvisado como atacante, rendeu pouco; e, além disso, o colombiano Mendoza alterna bons e maus momentos.

Guerrero está no meio de uma longa negociação para renovar seu contrato, que termina no dia 15 de julho. Ele estaria pedindo US$ 500 mil de salários (R$ 1,5 milhão), valor considerado pela diretoria como fora da realidade do clube.

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