Guerrilha nega autoria de seqüestro

A organização guerrilheira Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) negou hoje que seja a autora do seqüestro do vice-presidente da Federação Colombiana de Futebol, Hernán Mejía Campuzano, ocorrido na última segunda-feira, no episódio que precipitou a suspensão da Copa América de futebol - que seria realizada no país entre 11 e 29 de julho. O principal líder das Farc, "Manuel Marulanda Vélez, o "Tirofijo", declarou hoje desconhecer o assunto. "Eu não sei nada sobre isso", disse ele, em uma confusa entrevista coletiva, realizada na localidade de La Macarena, região sudeste do país. Os jornalistas insistiram e disseram a ?Tirofijo? que o governo estava responsabilizando a organização pelo seqüestro. ?Enquanto não provarem que fomos nós, não podemos discutir esse assunto. Não sei de nada?, reiterou ele, cujo nome verdadeiro é Pedro Antonio Marín. "Tirofijo" disse ainda que não sabia nada sobre o cancelamento da competição no país.

Agencia Estado,

28 de junho de 2001 | 10h53

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