Gum admite ano de 'altos e baixos' e entende cobranças da torcida do Flu

São sete anos de Fluminense e quase 300 jogos com a camisa tricolor - marca que pode ser batida já neste domingo -, mas Gum vira e mexe é vaiado pela torcida do Flu. Bicampeão brasileiro, o defensor mantém uma relação de amor e ódio com os torcedores do Fluminense e, este ano, foi diversas vezes vaiado no Maracanã.

Estadão Conteúdo

16 de novembro de 2015 | 18h37

Gum, que perdeu a pré-temporada porque se recuperava de uma cirurgia no apêndice, diz que teve que superar dificuldades e admite que em 2015 as coisas não saíram como ele e todos no clube planejavam.

"Foi um ano de sacrifício e luta porque comecei com uma cirurgia muito séria, debilitado fisicamente. Me esforcei muito para reconquistar meu espaço e voltar a jogar. Estou feliz pela superação porque foi uma luta muito grande. Quem esteve mais próximo sabe o que passei. Encerro o ano em que tivemos dificuldades com altos e baixos", disse Gum, nesta segunda, em entrevista coletiva.

Com o Flu sem chances de se classificar à Libertadores, os últimos quatro jogos do Brasileirão servem para cumprir tabela. E Gum já pensa no ano que vem. "Não conquistamos títulos e isso acaba trazendo uma pressão. Equipe com peso que tem a camisa do Fluminense, com a torcida que tem, quando não conquista título é cobrada. Tenho certeza de que o ano que vem vai ser muito bom para mim porque vou ter a possibilidade de trabalhar e me preparar ainda melhor."

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