Carl Recine / Reuters
Carl Recine / Reuters

Há 22 anos no Arsenal, Wenger admite ter hesitado antes de renovar

Mesmo ficando fora da Liga dos Campeões, treinador acertou por duas temporadas

Estadão Conteúdo

04 de setembro de 2017 | 10h26

Wenger renovou o contrato com o Arsenal em maio de 2017 por dois anos, mas admite ter hesitado antes de assinar. O clube é comandado pelo francês desde 1996 e passava pelo pior momento deste período quando foi anunciada a renovação.

"Eu hesitei em estender por razões pessoais. Eu estou no Arsenal há 20 anos e eu pensei seriamente se eu deveria continuar a comandar o clube, porque fomos muito mal na última temporada", declarou o treinador.

Na temporada 2016-17, o Arsenal terminou em quinto no Campeonato Inglês, ficando fora da Liga dos Campeões pela primeira vez desde que Wenger assumiu. Além disso, no próprio torneio continental, o time londrino foi eliminado após perder duas vezes para o Bayern de Munique por 5 a 1, de maneira humilhante. Torcedores fizeram protestos antes de jogos e chegaram mesmo a não comparecer ao estádio.

Porém, mesmo com tanta pressão, Wenger conduziu o clube ao título da Copa da Inglaterra, o 13º do clube e o sétimo do francês. A taça levantada pode ter sido definitiva para a renovação.

Na nova temporada, a pressão sobre o treinador já volta a aumentar. Uma janela de transferências tímida, com apenas duas contratações (o lateral Kolasinac e o atacante Lacazette) e duas derrotas no início do Campeonato Inglês, a última para o Liverpool por 4 a 0, fizeram as críticas da torcida ao comandante retornarem com toda a força.

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