Robert Pratta/Reuters
Robert Pratta/Reuters

Há dez anos, morria em campo o camaronês Foé

Em Lyon, o meia camaronês sofreu um mal súbito na semifinal contra a Colômbia

O Estado de S. Paulo

26 de junho de 2013 | 07h42

SÃO PAULO - A Copa das Confederações marca dez anos de um episódio que chocou o mundo. Em 26 de junho de 2003, na semifinal do torneio, o meia camaronês Marc-Vivién Foé, com 28 anos, desmaiou em campo aos 27 minutos do segundo tempo da partida contra a Colômbia. Levado ao hospital, faleceu por causa de problemas cardíacos.

 

O palco era o Stade de Gerland, em Lyon, na França. Logo que viu o companheiro caído no gramado, o meia Geremi colocou a bola pela lateral e o árbitro alemão Markus Merk ordenou a entrada dos médicos.

 

Foé foi levado para o hospital. Jogadores, torcida e juiz, sem a noção exata do que acontecia, agiam normalmente. A vitória de Camarões por 1 a 0 assegurou a vaga na final. A felicidade dos jogadores, no entanto, rapidamente daria lugar ao pesar, com a confirmação da morte de Foé, logo após o jogo.

 

Na final, o título não veio. A França venceu na prorrogação por 1 a 0, com um gol de ouro de Henry. Mas a partida ficou lembrada pelas homenagens. Após o apito final, o capitão francês, Marcel Desailly, convidou o capitão camaronês, Rigobert Song, para que levantassem a taça juntos em memória a Foé.

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