Hawilla se diz injustiçado pela CBF

O empresário J.Hawilla, dono da Traffic, empresa que intermediou o contrato entre a CBF e a Nike, atribuiu aos ?negócios internacionais da empresa? o seu crescimento patrimonial, que passou de R$ 3,7 milhões em 94 para R$ 75,8 milhões quatro anos depois. ?Foi muito trabalho e honestidade?, disse o empresário. Hawilla afirmou na CPI da CBF/Nike que se considera ?injustiçado? na negociação da CBF com a Ambev, contrato que trocou o patrocínio da Coca Cola pelo guaraná. ?Faltou fidelidade com a Traffic, que sempre intermediou os contratos com a CBF?, disse Hawilla. O empresário espera que a Traffic seja chamada pela Ambev para operacionalizar o novo contrato com a CBF.

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