Carlos Duran/EFE
Carlos Duran/EFE

Henrique agora admite possibilidade de ficar no São Paulo

Jogador cobra valorização financeira e mais oportunidades de jogar no time tricolor

AE, Agência Estado

22 de agosto de 2011 | 13h41

SÃO PAULO - Destaque da campanha da seleção brasileira na conquista do título do Mundial Sub-20, quando foi eleito o melhor jogador da competição realizada na Colômbia, o atacante Henrique voltou domingo ao Brasil dizendo que não ficaria mais no São Paulo. Motivo: achava-se mal aproveitado no Morumbi e sem qualquer reconhecimento financeiro da diretoria. Nesta segunda-feira o jogador mudou o discuso e admite que pode continuar vestindo a camisa são-paulina se houver um entendimento com o clube.

Henrique quer ganhar mais e ter mais chances no time. Apesar de ter contrato com o São Paulo até julho de 2013, ele entende que o documento não tem mais valor, pois, pelas regras da Fifa, jogadores menores de idade podem fazer contratos de no máximo três anos. No seu caso, o compromisso tem cinco temporadas, mas os três primeiros anos já foram cumpridos.

O atacante de 20 anos não se reapresentou ao clube nesta segunda-feira como estava previsto. "Não me reapresentei porque liguei para o diretor e pedi um descanso até quinta-feira para dar uma esfriada na cabeça", disse Henrique, tentando amenizar o clima com a diretoria são-paulina, que entende que o contrato dele ainda é válido e se diz disposta a encarar uma batalha judicial se for o caso.

"Quero é jogar bola. Peço oportunidades e sequência de jogo", disse o atacante, em entrevista nesta segunda-feira à TV Globo, quando questionado se poderia ficar no São Paulo. "Sou muito grato ao São Paulo, gosto da torcida. O único problema é agora essa coisa do contrato. As pessoas têm de entender que tenho de ver o meu lado", completou o atacante, que ganha cerca de R$ 10 mil por mês.

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