Divulgação
Divulgação

Apresentado, Henrique rejeita rótulo de 'salvador da pátria'

Zagueiro chega do Napoli para comandar a zaga tricolor

Estadão Conteúdo

25 Janeiro 2016 | 21h32

Reforço de peso do Fluminense para 2016, o zagueiro Henrique foi oficialmente apresentado como novo jogador do clube no final da tarde desta segunda-feira. Contratado junto ao Napoli por 2 milhões de euros, o jogador sabe que chega ao time com a responsabilidade de fazer valer o alto investimento feito em seu futebol. O defensor, porém, rejeitou o rótulo de "salvador da pátria" em sua apresentação oficial, que também contou com a presença do vice-presidente de futebol Mário Bittencourt e do diretor executivo Fernando Simone.

O jogador enfatizou que não pode ser visto como única salvação de um setor que vem sofrendo para ser eficiente nos últimos anos. "Não tem isso (de salvador da pátria). Vamos trabalhar juntos para acertar com professor (Eduardo Baptista), com os outros jogadores. Para sempre estar bem, ligado. Acertar tudo nos treinamentos para colher os frutos", ressaltou.

Henrique, porém, não deixou de exibir confiança ao projetar os seus próximos objetivos nesta sua volta ao futebol brasileiro, no qual anteriormente vestiu a camisa do Palmeiras. E o atleta de 29 anos de idade diz não se importar com o fato de encarar uma concorrência forte em um setor defensivo que já conta com Renato Chaves, outro reforço para 2016, Gum, Marlon, Nogueira e Elivélton como opções.

"Concorrência é bom. O problema é do treinador. Temos que estar sempre preparados para ajudar a equipe em campo a conseguir as vitórias. Foi um dos fatores que pesou. Teve outras pessoas competentes envolvidas nisso. Almejamos os títulos. Isso pesa bastante para voltar. Espera fazer o máximo possível para conseguir esses objetivos", afirmou Henrique.

E o defensor fez questão de ressaltar também que teve uma ótima recepção em sua chegada ao clube, no qual ele chegou há pouco mais de dez dias. "Todos aqui me receberam de braços abertos, todo o elenco, diretoria e comissão técnica. Espero poder ajudar. Pressão tem em todos os lugares, é normal. Não é só na defesa. O elenco são os 11 jogadores. Temos que se ajudar e se cobrar. O caminho é um só. Temos que trabalhar para alcançar os objetivos. Vou buscar sempre o espaço respeitando a todos", disse o atleta, que estava há dois anos e meio no Napoli.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.