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Henry dá adeus a time dos EUA e evita falar sobre futuro

Atacante francês de 37 anos de idade encerra atuação pelo time norte-americano e faz mistério sobre a sua possível aposentadoria

Estadão Conteúdo

01 de dezembro de 2014 | 13h30

Depois de cair junto com o New York Red Bull na final da Conferência Leste da Major League Soccer (MLS), no último sábado, Thierry Henry divulgou um comunicado nesta segunda-feira para confirmar que está deixando o time norte-americano, com quem tinha contrato apenas até o fim deste ano. O atacante francês, porém, evitou confirmar a sua aposentadoria, que vem sendo especulada com frequência nos Estados Unidos e na França.

Um dos maiores jogadores de ataque de sua geração, Henry, de 37 anos de idade, até chegou a dar a impressão de que poderá dar continuidade à carreira profissional em 2015. "Agora vou aproveitar as próximas semanas para refletir e decidir o próximo passo da minha carreira", disse o astro, já no final do seu comunicado.

"Estou aproveitando essa oportunidade para anunciar que, infelizmente, sábado disputei meu último jogo pelo New York Red Bulls. A decisão sempre foi a de que eu sairia após a duração do meu contrato", ressaltou Henry, para depois agradeceu a todos no clube e disse que viveu quatro anos e meio "muito agradáveis" nos EUA.

Em seu jogo final pelo New York Red Bull, o francês participou do empate por 2 a 2 com o New England Revolutions, em Boston, e viu sua equipe perder a final da Conferência Leste da MLS por conta da derrota por 2 a 1 no jogo de ida. Neste período em que atuou pela equipe norte-americana, o astro chegou a ser liberado para defender o Arsenal para uma passagem rápida no clube inglês em 2012, no período de férias do futebol norte-americano.

Autor de quase 50 gols em mais de 100 partidas pela França, Henry se aposentou da seleção do seu país depois da eliminação na primeira fase da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Antes disso, foi vice-campeão do Mundial de 2006, quando marcou o gol que eliminou o Brasil nas quartas de final, na Alemanha. Em 1998, ele foi reserva da seleção que se sagrou campeão mundial em casa, assim como participou também da Copa de 2002.

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