Joedson Alves / EFE
Joedson Alves / EFE

Herói do título no Mundial Sub-17, Lázaro comemora: 'Tenho sorte em decisões'

Jogador da base do Flamengo fez gols da vitória na semi contra a França e na final contra o México

Redação, Estadão Conteúdo

17 de novembro de 2019 | 22h32

Herói na semifinal do Mundial Sub-17 com a seleção brasileira, Lázaro voltou a brilhar na grande decisão do torneio contra o México neste domingo, marcando o gol que deu ao País o seu quarto título da categoria na vitória por 2 a 1, neste domingo, no estádio Bezerrão, na cidade-satélite do Gama (DF).

Se diante da França, na fase anterior, ele foi o responsável pelo gol da vitória por 3 a 2, era natural que o público de mais de 14 mil pessoas que lotou o pequeno estádio gritasse por seu nome após o gol inaugural da partida, marcado pelo mexicano González, aos 20 minutos do segundo tempo.

Em campo logo depois, o atacante do Flamengo, que já conta com uma multa de aproximadamente R$ 370 milhões e tem status de futura joia do clube carioca, motivou os gritos de "eu acredito" advindos das arquibancadas. Para ele, tal confiança já estava entronizada. "Quando entrei, estava confiante que ia fazer o gol do título. E Deus me abençoou", contou o jogador, ainda no campo de jogo, após a premiação.

A felicidade de Lázaro neste domingo por pouco não se concretizou, pois o jogador não estava na lista inicial do técnico Guilherme Dalla Déa. Só acabou entrando depois do corte de Juan, do São Paulo, por lesão.

"Tenho tido a sorte de em decisões estar sempre presente para ajudar a equipe. E ser campeão do mundo, ainda mais dentro de casa, quando saímos perdendo, e poder fazer o gol do título, foi muito importante", comentou o flamenguista, que é artilheiro do Campeonato Brasileiro da categoria, com 15 gols.

Capitão da equipe e responsável por erguer o troféu do Mundial no protocolo da Fifa, o zagueiro Henri lembrou das dificuldades enfrentadas antes do torneio e exaltou o poder de recuperação da equipe, eliminada no qualificatório e presente na competição apenas por ser país-sede. "A gente bateu na trave duas vezes, no Sul-Americano Sub-15 e Sub-17, mas acabamos tendo nova chance e, no fim, terminamos campeões dentro de casa", lembrou o jogador do Palmeiras.

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