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Herrera, ex-Corinthians, é condenado a prisão domiciliar

O goleiro da Universidad de Chile atropelou e matou uma jovem em dezembro de 2009

AE, Agência Estado

27 de junho de 2013 | 19h21

SANTIAGO - O goleiro Jhonny Herrera, ex-Corinthians, e hoje na Universidad de Chile, foi condenado nesta quinta-feira a 41 dias de prisão domiciliar pela morte da jovem Macarena Cassasus Matamala, após atropelamento ocorrido em 20 de dezembro de 2009. O jogador admitiu que havia bebido vodca antes do acidente, mas os exames não comprovaram se ele dirigia sob efeito de álcool.

Herrera já havia sido condenado na sexta-feira passada pelo crime. Na ocasião, a juíza Blanca Rojas, do Terceiro Tribunal Penal Oral de Santiago, resolveu condenar o jogador por homicídio culposo, sem a intenção de matar. O tempo de reclusão domiciliar, porém, só foi divulgado nesta quinta.

A família de Macarena, morta aos 20 anos, esperava que o goleiro fosse condenado à pena máxima prevista na lei chilena, 540 dias, e saiu descontente do tribunal, segundo o jornal chileno La Nacion. Essa punição obrigaria o goleiro a dormir em um presídio.

Herrera acabou recebendo uma pena relativamente pequena porque os exames pelos quais passou não detectaram se, no momento em que dirigia, ele ainda estava sob efeito do álcool consumido horas antes. O goleiro, de 33 anos, também perdeu a licença para dirigir por dois anos.

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