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Hiddink recebe 3 milhões de euros por boa campanha na Euro

Contrato do técnico da seleção russa, que chegou às semifinais, prevê bônus por objetivos alcançados

EFE

23 de julho de 2008 | 16h09

O treinador holandês Guus Hiddink receberá um bônus de 3 milhões de euros (cerca de R$ 8 milhões) por ter levado a seleção russa às semifinais da Eurocopa 2008, disputada na Áustria e na Suíça. Segundo Serguei Kapkov, vice-presidente da Federação Russa de Futebol, este prêmio já estava incluído no contrato assinado com o holandês há dois anos. O compromisso previa um milhão de euros a cada objetivo cumprido - classificação à Eurocopa, às quartas e às semifinais. Já os jogadores receberão 370.000 euros cada um só por terem feito parte da equipe, mesmo que não tenham atuado no torneio. A Rússia se classificou para as semifinais da Eurocopa após bater a Holanda por 3 a 1, na maior zebra da competição. Apenas a campeã Espanha superou a equipe, e por duas vezes: 4 a 1, na estréia pelo grupo D, e 3 a 0 nas semifinais. Além disso, jogadores como Arshavin, Pavlyuchenko, Akinfeev, Zyrianov e Zhirkov foram incluídos na seleção ideal do torneio. Antes de o treinador assumir, a Rússia ficou ausente da Copa 2006 e teve fraca atuação tanto na Eurocopa de 2004, em Portugal, como na Copa 2002. Curiosamente, o técnico ainda não assinou a renovação de seu contrato até o Mundial da África do Sul, mas garantiu que o fará nos próximos dias. Segundo a imprensa russa, o salário do holandês - em torno de dois milhões de euros anuais - é bancado pelo multimilionário russo Roman Abramovich, proprietário do Chelsea, e o próprio Kapkov, presidente de uma fundação sem fins lucrativos ligada ao futebol. 

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