Luis Eduardo Noriega/EFE
Luis Eduardo Noriega/EFE

Homenagens e celebrações marcam um ano da tragédia com a Chapecoense

Arena Condá ficará aberta durante todo o dia para quem quiser prestar uma homenagem às vítimas

O Estado de S.Paulo

28 Novembro 2017 | 10h42

Uma série de eventos está marcada para a cidade de Chapecó entre essa terça-feira, 28, e quarta-feira, 29, para relembrar o primeiro ano da tragédia com a equipe da Chapecoense. O acidente aéreo na Colômbia deixou 71 mortos, incluindo quase toda a delegação e os dirigentes do clube catarinense.   

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A Arena Condá ficará aberta durante todo o dia para quem quiser prestar uma homenagem às vítimas e, à meia-noite, será feito um momento de oração no estádio. À 1h15, hora da queda do avião em 29 de novembro de 2016, os sinos da catedral da cidade serão tocados para lembrar as 71 vítimas.

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Durante toda a madrugada, até às 18h30 do dia 29, será feita uma vigília que culminará com uma missa no estádio.   

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Para quem não puder ir até a cidade catarinense, a Chapecoense disponibilizou um portal na internet, batizado de "Pra Sempre Chape", para quem quiser postar mensagens, fotos ou vídeos com homenagens.   

O acidente com o avião da LaMia, que havia sido fretado pelo clube para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana de 2016 contra o Atlético Nacional, ocorreu próximo ao aeroporto de Medellín, na Colômbia.

Ao todo, 71 pessoas perderam a vida no acidente - incluindo 19 jogadores, o técnico Caio Júnior, toda a delegação técnica que viajou para a partida, dirigentes, 21 jornalistas e sete tripulantes. Apenas seis pessoas sobreviveram à queda, sendo os jogadores Alan Ruschel, Neto e Jackson Follmann e três tripulantes.

As investigações apontaram que um erro no cálculo do combustível da aeronave foi o principal fator da queda, mas descobriu-se diversos pontos nebulosos sobre a atuação da LaMia, incluindo sobre quem era o proprietário real da empresa, que tinha como especialidade transportar equipes de futebol da América Latina. /ANSA

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