Hortência defende Dunga e diz que Brasil precisa decidir

Grande nome do basquete brasileiro, Hortência defendeu o trabalho do técnico Dunga na seleção brasileira e disse que espera por uma vitória no confronto contra a Costa do Marfim, neste domingo, às 15h30 (horário de Brasília), pela segunda rodada do Grupo G da Copa do Mundo. A ex-jogadora também destacou a união dos atletas e afirmou que a seleção é um grupo fechado, sem traição.

ANDRÉ RIGUE, Agência Estado

20 de junho de 2010 | 08h52

"É um jogo muito importante. A tensão da estreia já ficou para trás. O Brasil tem de ser cauteloso, mas precisa apresentar um futebol melhor contra a Costa do Marfim", afirmou a atual diretora técnica da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). "A seleção tem de manter o equilíbrio. Não podemos ser oito nem oitenta."

Acostumada às decisões, Hortência defendeu o estilo durão do técnico Dunga. O treinador da seleção tem fechado os treinos e evitado o contato com a imprensa. "Como técnico, ele tem o seu estilo. O Dunga conquistou muitas vitórias nesses quase quatro anos e precisamos respeitá-lo. Vamos torcer para ele vencer."

Hortência afirmou que gosta do companheirismo dos jogadores dentro de campo. Para a ex-jogadora, o Brasil é um time unido. "É uma equipe muito concentrada, cautelosa. Não vejo nenhum jogador querendo aparecer mais do que o outro. Eles jogam como uma equipe unida, e isso é muito importante numa competição como a Copa."

Hortência também destacou o bom futebol da Argentina nesses dois primeiros jogos. A estrela do basquete brasileiro, no entanto, quer que os jogadores esqueçam as provocações. "Temos de pensar em se classificar. Ainda temos rivais complicados, como Portugal. Só numa fase mais decisiva, no mata-mata, que temos de pensar neles."

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