Pedro Ernesto Guerra Azevedo / Santos FC
Pedro Ernesto Guerra Azevedo / Santos FC

Indefinição sobre diretor de futebol trava planejamento do Santos para 2018

José Carlos Peres encara primeiro grande problema na sua gestão como novo presidente santista

Estadão Conteúdo

14 de dezembro de 2017 | 21h14

Eleito presidente do Santos no sábado, José Carlos Peres está com o planejamento atrasado para a temporada 2018, a sua primeira à frente do clube, por causa da dificuldade encontrada nos últimos dias para definir o nome do novo diretor executivo de futebol.

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Na última terça-feira, em entrevista coletiva ao lado do presidente Modesto Roma Júnior, com quem se reuniu para iniciar a transição de poder no Santos, Peres declarou que pretendia anunciar o novo executivo de futebol do clube no dia seguinte, destacando que precisava de uma definição rápida para dar os passos seguintes nas escolhas para a montagem do time para a próxima temporada.

Peres, no entanto, não conseguiu cumprir o seu objetivo, pois as negociações com dirigentes não têm avançado como imaginado. Nos últimos dias, nomes como os de Rui Costa, da Chapecoense, Diego Cerri, do Bahia, e Thiago Scuro, que trabalhou no Cruzeiro e hoje está no Red Bull Brasil, foram especulados, assim como o de Gustavo Vieira, filho de Sócrates. Nenhum acerto, porém, foi fechado.

Assim, as outras negociações do Santos para 2018 seguem travadas. O clube ainda não conseguiu apontar o nome do novo técnico, embora Peres já tenho feito elogios públicos a Zé Ricardo, hoje à frente do Vasco, e Jair Ventura, o treinador do Botafogo.

Além disso, o único reforço certo para a equipe em 2018 é o lateral-esquerdo Romário, que defendeu o Ceará na Série B do Campeonato Brasileiro. Ele, porém, teve a sua contratação negociada ainda pela gestão de Modesto. E Peres confirmou que vai oficializá-la nos próximos dias.

O impasse sobre a chegada de outros nomes, como os dos atacantes Robinho e Gabriel Barbosa, com passagens de sucesso pelo clube, e a permanência de jogadores em fim de contrato, como Ricardo Oliveira, permanece. E a situação não deve ser solucionada até que o Santos anuncie a chegada do seu novo diretor executivo de futebol.

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