Yves Herman/Reuters
Yves Herman/Reuters

Infantino aponta saúde como prioridade número 1 para a volta do público aos jogos

Presidente da Fifa diz que antes é preciso encontrar protocolos de segurança

Redação, Estadão Conteúdo

25 de setembro de 2020 | 16h54

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, demonstrou otimismo quando ao futuro do futebol pós-pandemia e afirmou, nesta sexta-feira, que o público nos estádios é essencial, mas antes é preciso encontrar protocolos de segurança para cuidar da saúde dos torcedores.

"O futebol é um espetáculo vivo. Sem todos os espectadores, o futebol não é a mesma coisa, mas saúde deve ser prioridade número um e temos que encontrar protocolos que nos permitam voltar. Eu tenho fé, o futuro é brilhante e o novo normal será melhor. Você tem que encontrar um equilíbrio entre saúde, futebol e todas as considerações comerciais", disse o dirigente.

Infantino encara o retorno do público aos estádios como um dos maiores desafios enfrentados pelo futebol. "Devemos trabalhar juntos na direção certa e encontrar respostas para as questões que surgirem. Todas as nossas competições interessam aos fãs? Existem muitas competições ou não? Quantos jogos um atleta de futebol pode jogar profissionalmente por temporada e o que você precisa para descansar?"

O presidente defendeu o equilíbrio na competitividade internacional e a diminuição das diferenças com o objetivo de que haja "50 países em condições de ganhar a Copa do Mundo e não apenas cinco ou seis; e que 50 clubes que possam ser os melhores do mundo".

"Nossa nova Copa do Mundo de Clubes vai melhorar o futebol. Acreditamos firmemente nisso", disse Infantino, que também destacou a luta contra a corrupção e a manipulação de resultados. "A Fifa está a serviço do futebol", afirmou o suíço, que destacou o fato de a entidade ter ajudado com US$ 1,5 bilhão associações e confederações durante a pandemia. "O dinheiro agora vai para onde deveria ir."

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