Inglaterra espera que Oceania recupere direito de votar

Chefe-executivo da candidatura da Inglaterra à Copa do Mundo, Andy Anson afirmou esperar que a Confederação de Futebol da Oceania (OFC, na sigla em inglês) tenha seu direito a votar restaurado. Assim, a definição das sedes dos Mundiais de 2018 e de 2022 pelo Comitê Executivo da Fifa, na quinta-feira, contaria com a presença de 23 eleitores.

AE-AP, Agência Estado

29 de novembro de 2010 | 14h39

David Chung, presidente em exercício da OFC, deve chegar em Zurique nesta segunda-feira, com o objetivo de votar no lugar de Reynald Temarii, que era o presidente da confederação e foi suspenso pela Fifa por violar as regras de ética. A Inglaterra espera receber o apoio da Oceania na votação de 2018.

A Fifa, porém, disse anteriormente que a Oceania não pode ser representada na votação de secreta de quinta-feira enquanto Temarii não renunciar ao seu direito de recorrer da suspensão de um ano.

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