Internacional derrota o América-RN por 2 a 0

Com gols de Fernandão e Magrão, equipe gaúcha faz lição de casa e se afasta da zona do rebaixamento

Carlos Alberto Fruet, Especial para o Estadão

07 de outubro de 2007 | 19h33

Mesmo não jogando um grande futebol, o Internacional cumpriu sua obrigação e venceu o lanterna e já rebaixado América de Natal por 2 a 0, neste domingo, em Porto Alegre, pela 30.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com isso o triunfo, os gaúchos se afastam da zona do rebaixamento, com 40 pontos ganhos. A equipe potiguar continua em último, com 16. Veja também: Classificação Calendário / ResultadosInternacional2Renan; Jonas, Índio, Sorondo e Jorge Luiz; Wellington Monteiro, Edinho, Magrão (Roger, depois Ji-Paraná) e Guiñazu; Fernandão (Adriano) e Gil    Técnico: Abel BragaAmérica-RN0Sérvulo; Ney Santos    , Róbson    , Rogélio e Berg; Carlos Eduardo (Toni), Marquinhos Mossoró (Fernandes), Reinaldo e Souza; Wesley Brasília     (Washington) e Leandro Sena    Técnico: Paulo MoroniGols: Fernandão, aos seis; Magrão, aos 39 minutos do primeiro tempo Árbitro: Émerson Batista da Silva (PB)Renda: R$ 184.722,00Público: 14.508 pagantes Estádio: Beira-Rio O Inter deu a impressão que iria golear, pois o primeiro gol saiu cedo, logo aos seis minutos: Wellington Monteiro cobrou falta e Fernandão, de cabeça, não deu chances para Sérvulo: 1 a 0. Logo em seguida, aos oito, o América assustou. Reinaldo escapou num contra ataque, acertou o travessão de Renan e no rebote tocou para fora. A equipe do sul continuou pressionando, mas não conseguia ampliar. Até que, aos 39 minutos, Gil cruzou da esquerda e Magrão, também de cabeça, desviou para fazer 2 a 0. E foi só. Veio o segundo tempo e o Internacional, como na primeira etapa, mandava no jogo. Esse domínio, no entanto, não representou perigo para a frágil defesa do América-RN. Todas as cinco conclusões do Inter foram de Gil, o maior destaque do jogo: "Tentei de tudo que é jeito, mas não deu. Vamos ver se sábado, contra o Corinthians, a bola entra", disse o atacante do time gaúcho, que enfrenta o clube em que já foi ídolo.

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