Invicta com Diego Maradona, Argentina encara Bolívia

Invicta sob o comando de Diego Maradona, a Argentina visitará a Bolívia na altitude de La Paz, nesta quarta, às 16h30 de Brasília, pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa de 2010.

EFE

31 de março de 2009 | 18h47

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O astro, que estreou como técnico da seleção em novembro, venceu as suas três partidas: os amistosos contra Escócia e França, e o compromisso contra a Venezuela, sábado, pelas Eliminatórias.

Na última rodada, os argentinos tiveram uma atuação convincente, na qual o meia-atacante Lionel Messi, novo dono da camisa dez, foi o destaque.

A delegação da Argentina mostrou preocupação com os 3.600 metros de altitude da capital boliviana e só chegará ao local horas antes da partida.

Maradona não poderá contar com o meia Jonas Gutierrez, suspenso por cartões amarelos. Seu substituto será Angel Di María, destaque na conquista do ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim.

No ataque, Sergio Agüero e Carlos Tévez brigam pela vaga ao lado de Messi. Quem volta de suspensão é o zagueiro Martín Demichelis, do Bayern de Munique. Já Emiliano Papa deve ser a novidade na lateral esquerda.

Argentinos e bolivianos chegam a La Paz vivendo momentos opostos na tabela. Os comandados de Maradona estão em segundo lugar, com 19 pontos - quatro a menos que o líder Paraguai. A Bolívia, por sua vez, aparece em penúltimo lugar, com nove.

A seleção treinada por Erwin Sanchez vem de uma derrota por 2 a 0 para a Colômbia, em Bogotá. Entretanto, Sanchez contará com o reforço dos atacantes Marcelo Moreno e Joaquín Botero, ausentes do duelo contra os colombianos. Os jogadores aparecem entre os líderes da artilharia das Eliminatórias, com cinco gols cada.

Apesar da situação complicada na tabela, Marcelo Moreno disse que ainda acredita na classificação da Bolívia ao Mundial. "Não acredito que a Bolívia já esteja fora da Copa. Dependemos apenas de nós mesmos. Mas temos que somar os três pontos contra a Argentina, porque senão vai ser muito mais difícil", disse o ex-atacante do Cruzeiro após o treino de ontem da seleção boliviana.

O jogador do Shakhtar Donetsk afirmou que não considera impossível vencer a Argentina de Diego Maradona, "mas para isso é preciso que todo o time pressione desde o início".

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