Irado, Gil nega que virou um boêmio

Na festa pela vitória do Corinthians contra o Rio Branco por 2 a 1, sábado no Pacaembu, havia um jogador muito contrariado. Gil não se conformava com as fortes críticas pelo seu péssimo futebol. Não se atrevia a contestar. Mas não concordava com o motivo apontado por alguns: a nova paixão pela vida noturna. "A minha fase realmente não está boa, mas algumas pessoas se aproveitam para falar um monte de bobagens. Eu não admito!", desabafava.O problema está se complicando para Gil porque o treinador Juninho Fonseca já disse que o atleta enfrenta problemas psicológicos. Como o atacante negou, há uma busca no Parque São Jorge sobre o que aconteceu com o jogador. Antes disso, no entanto, a diretoria promete liberar Rodrigo, Marcelo Ramos e Valdson para a partida contra a União Barbarense domingo em Santa Bárbara. O trio tem problemas burocráticos para poder ter as suas inscrições aceitas no Campeonato Paulista.Modéstia - Em relação a Rincón, o volante de 37 anos, melhor jogador contra o Rio Branco, deverá ser o novo capitão do time corintiano. "Eu não vou forçar a barra. Respeito demais o Rogério. Vou deixar por conta do técnico Juninho. Mas se não vier a faixa, não tem problema. Vou orientar todos da mesma maneira que sempre fiz."Sobre o seu ótimo futebol que mostrou, o colombiano foi direto. "Foi bom para quem duvida de mim. Por mim, joguei o meu normal."

Agencia Estado,

25 de janeiro de 2004 | 16h25

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