Stephane Mahe / Reuters
Stephane Mahe / Reuters

Irritado, pai de Neymar diz que o PSG decidirá se filho será operado

Clube francês aguarda médico da seleção para definir se o atacante passará por procedimento cirúrgico

O Estado de S.Paulo

27 de fevereiro de 2018 | 19h09

Neymar da Silva Santos, pai do atacante Neymar, resolveu falar sobre a contusão de seu filho. No início da noite desta terça-feira, ele entrou em contato com a ESPN Brasil, explicou a contusão do atacante do Paris Saint-Germain e da seleção brasileira e afirmou que a decisão de operar ou não o jogador por conta da lesão no quinto metatarso do pé direito será tomara pelo departamento médico do clube francês e não por seu estafe.

+ Pelé manda mensagem a Neymar: 'Temos uma Copa para vencer'

+ Lesão mobiliza o mundo do futebol; veja o que se sabe sobre Neymar

+ Após contusões, Tite adia convocação da seleção para 12 de março

+ Lesão de Neymar é um dos principais assuntos do prêmio Laureus

“Estamos esperando o PSG decidir se o Neymar passará por uma cirurgia ou não. Não somos nós. Precisamos pensar no atleta Neymar, para que ele não seja prejudicado lá na frente. Estamos esperando o médico da seleção brasileira chegar a Paris. O PSG já sabe que perdeu o Neymar por oito semanas”, afirmou o pai do jogador no programa Bate Bola na Veia.

Neymar pai ainda explicou a contusão de seu filho. “O tendão inserido na fíbula esticou, puxou e aí causou uma fissura no quinto metatarso. Com o tempo ela pode consolidar. Vamos esperar o que o PSG vai resolver”, reafirmou.  “Com cirurgia ou com a recuperação tradicional, no final de abril o Neymar vai estar apto a jogar futebol”, disse o pai do atleta, que descartou qualquer possibilidade de o filho estar em campo no jogo de volta das oitavas de final da Uefa Champions League contra o Real Madrid, marcado para o dia 6 de março em Paris. "Não existe nenhuma chance."

O pai do jogador se mostrou irritado com as informações que davam conta de que Neymar é quem decidiria se iria operar. “Já disse, não é o Neymar quem vai decidir. Tem gente que precisa segurar a língua na boca”, afirmou. Em novo contato com o programa, ele reiterou as críticas à parte da imprensa. “Não podemos ter informações especulativas. Tem que ter cuidado e responsabilidade."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.