Olivier Morin/AFP
Olivier Morin/AFP

Itália pede para experimentar uso do replay no futebol

Treinadores teriam o direito, uma ou duas vezes em cada tempo, de desafiar a decisão do árbitro, como acontece no tênis e no vôlei

Estadão Conteúdo

09 de outubro de 2014 | 16h24

A Itália quer sediar uma experiência com o uso de replays de TV em partidas de futebol. Na sequência de um confronto polêmico entre Juventus e Roma pelo Campeonato Italiano, o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC, na sigla em italiano) escreveu nesta quinta-feira para a Fifa pedindo para testar o uso de vídeo.

A carta foi revelada quatro dias depois da Juventus vencer a Roma por 3 a 2, com o clube de Turim tendo definido a sua vitória com dois gols de pênalti e um terceiro em impedimento, em confronto direto pela liderança do torneio nacional.

O presidente da entidade, Carlo Tavecchio, disse que a FIGC se dedica a preservar a tradições do futebol "ao mesmo tempo que apoia a modernização que permite que o nosso amado esporte mantenha a sua abrangência mundial".

As polêmicas da partida entre Juventus e Roma fizeram com que o estudo do uso de replays se torne uma "prioridade" para defender a "credibilidade da arbitragem", acrescentou a federação italiana.

No mês passado, o presidente da Fifa, Joseph Blatter disse que queria testar replays em um campeonato nacional e no Mundial Sub-20 na Nova Zelândia no próximo ano. O dirigente tem se mostrado um defensor do uso da tecnologia, inclusive com a adoção de um sistema na linha do gol para detectar quando a bola a ultrapassava, que foi utilizado na última Copa do Mundo.

Os treinadores teriam o direito, uma ou duas vezes em cada tempo, de desafiar a decisão do árbitro, como já acontece em algumas competições de esportes como o tênis e o vôlei.

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