Alessandro di Marco / EFE
Alessandro di Marco / EFE

Italiano é retomado após mais de cem dias com protesto racial em 1º gol

Jogos também tiveram homenagem a profissionais da saúde e vítimas do coronavírus no país

Redação, Estadão Conteúdo

20 de junho de 2020 | 19h08

Após 103 dias paralisado, o Campeonato Italiano foi retomado neste sábado com dois jogos, homenagens aos trabalhadores da saúde e às vítimas do coronavírus, além de um protesto racial. Foi, afinal, se ajoelhando no campo que Nicolas Nkoulou celebrou o primeiro gol marcado nessa volta do torneio nacional.

Foi aos 15 minutos da etapa inicial do empate do Torino por 1 a 1 com o Parma, em casa, logo após o camaronês marcar, de cabeça, exibindo seu apoio ao movimento "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam, em português), em honra a George Floyd, homem negro morto por um policial.

Os jogadores do Torino também homenagearam os médicos com uma mensagem em suas camisas: "Obrigado a todos vocês, os heróis". Além disso, houve um minuto de silêncio antes da partida, em memória às vítimas da pandemia do coronavírus na Itália, onde morreram quase 35 mil pessoas.

O eslovaco Juraj Kucka igualou o placar para o Parma aos 31 minutos. E no começo da etapa final, Luigi Sepe defendeu uma cobrança de pênalti de Andrea Belotti, assegurando o placar de 1 a 1. O Torino, que tinha perdido as seis partidas anteriores do Italiano, está com 28 pontos, três acima da zona de rebaixamento, em 15º lugar.

Já o Parma é o oitavo colocado, com 36. O time foi ultrapassado pelo Verona, que derrotou o Cagliari por 2 a 1, chegando aos 38, em sétimo lugar. Samuel Di Carmine, aos 14 e aos 26 minutos do primeiro tempo, marcaram os gols da equipe. Giovanni Simeone, aos 43, fez o gol do time da Sardenha, o 12º colocado, com 32 pontos, e que estreou o técnico Walter Zenga. Fabio Borini e Luca Cigarini foram expulsos na partida.

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