Mowa Press/Divulgação
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Jadson elogia Kaká, mas admite disputa na seleção brasileira

O meia deve estar entre os titulares e terá a função de ser um dos armadores time

ALMIR LEITE - ENVIADO ESPECIAL, Agência Estado

23 de abril de 2013 | 16h25

BELO HORIZONTE - A seleção brasileira chegou ao Mineirão por volta das 15h30 desta tarde ao som de Paul McCartney. Mas não foi proposital. O ex-beatle vai dar show na esplanada do estádio em 4 de maio e suas músicas estavam sendo utilizadas para testar o som da arena. Tanto que, pouco depois, quando os jogadores entraram em campo para o único treino da partida desta quarta-feira com o Chile, em vez da música havia barulho das máquinas usadas para os últimos retoques nas dependências do estádio. Mas pouco depois as máquinas silenciaram.

Felipão define neste treino a equipe que inicia a partida. Um dos titulares deve ser Jadson, que terá a função de ser um dos meias do time - o outro é Ronaldinho Gaúcho. E ele espera se garantir no grupo da Copa das Confederações.

"A gente tem que aproveitar essa chance. É o último jogo e tem de ser aproveitado da melhor maneira possível", disse Jadson, antes do treinamento. "Se for escalado, vou tentar fazer um bom jogo para chamar a atenção do Felipão."

Apesar de o técnico já ter dito várias vezes que na sua cabeça a seleção só tem lugar para Ronaldinho Gaúcho ou para Kaká, não pode ser descartada totalmente a hipótese de o treinador levar os dois - embora sem a intenção de escalá-los juntos. Por isso raciocínio, seria Jadson quem iria brigar com o meia do Real Madrid.

E ele se mostra confiante. "Kaká é um grande jogador, já foi o melhor do mundo, mas aqui no Brasil tem vários jogadores de qualidade e a concorrência é muito grande. Como a gente está tendo oportunidade, vamos procurar fazer por onde."

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