Ivan Storti/Santos FC
Ivan Storti/Santos FC

Jair minimiza desconfiança sobre o Santos e leva promessas para Lins

'Se for a quarta força e ganhar o que ele ganhou no ano passado, eu quero ser a quarta força', respondeu o técnico ao comentário de Fábio Carille

Estadão Conteúdo

15 Janeiro 2018 | 19h02

Após ver o Santos perder Ricardo Oliveira, Lucas Lima e Zeca e só se reforçar para a temporada 2018 com Eduardo Sasha e o lateral Romário, parece ser natural ver o time sob desconfiança. O técnico Jair Ventura garante não se incomodar com a situação e até lembra a situação enfrentada pelo Corinthians em 2017, quando começou o ano pouco cotado, mas acabou vencendo o Campeonato Paulista e o Campeonato Brasileiro.

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"Se for a quarta força (de São Paulo) e ganhar o que ele ganhou no ano passado, eu quero ser a quarta força. Mas o Santos nunca vai ser a quarta força, os clássicos vão ser decididos em detalhes. Temos que mostrar dentro de campo, antes disso se fala muito", afirmou o treinador.

Para a estreia do Santos no Campeonato Paulista, nesta quarta-feira, contra o Linense, Jair evitou divulgar a lista de relacionados para o confronto no interior, mas revelou que os jovens Rodrigo e Yuri Alberto farão parte do grupo nesse duelo. A situação do atacante Eduardo Sasha é diferente e ele não viajou para Lins.

"O Sasha está fora por conta das questões físicas, chegou depois dos demais. Gosto bastante dele, é competitivo, tentei levá-lo para o Botafogo. Ele pode fazer um falso 9, jogar como externo como um curinga no terço final", afirmou Jair, elogiando a polivalência do jogador.

Com poucos reforços anunciados, o clube deve recorrer a destaques das divisões de base para a sequência da temporada. Jair evitou falar especificamente em nomes, como o do meia Calabres, que vem brilhando na Copa São Paulo, e indicou que a resolução de carências será o principal no momento de acionar algum jogador dos juniores.

"Ele está em um grande momento, mas temos que olhar para todos os meninos. Lá não tem só o Calabres. Claro que ele está sendo um destaque, mas a chance é igual para todos, especialmente para as carências. A base não é uma fábrica, cada ano é uma safra, com a revelação de jogadores de diferentes posições", disse.

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