Jair, o craque humilde da Copa Rio

O futebol refinado de Jair Rosa Pinto, um dos maiores craques do País nos anos 40 e 50, só poderia mesmo dar ao meia o prêmio de melhor jogador da Copa Rio. O título lhe valeu a gratificação de 20 mil cruzeiros (moeda da época), que ele dividiu com os companheiros da equipe. "Era uma fortuna e até o tamanqueiro (o funcionário do clube que cuidava das chuteiras) ficou com uma parte", disse Jair ao Estado, por telefone. "Lembro que, na época, eu estava atrás de um apartamento para comprar perto do Parque Antártica, que custava uns 7 mil cruzeiros. Quer dizer: com mais um pouco dava para comprar três só com o prêmio da Copa Rio. Mas fiz questão de dividir com todo mundo, não fui egoísta. Afinal, sem a ajuda dos companheiros, não teria ganho nada", recorda Jair, que em março completou 80 anos.Leia mais no O Estado de S.Paulo

Agencia Estado,

03 de junho de 2001 | 06h54

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