Japão diz que joga Copa América se atletas que estão na Europa forem liberados

Segundo a liga de futebol do país, a Conmebol se responsabilizou pelas negociações com a Fifa

EFE

13 de abril de 2011 | 11h36

MADRI - A Liga de Futebol do Japão se mostrou favorável à participação do Japão na Copa América, competição que será disputada de 1º a 24 de julho na Argentina, desde que o técnico, Alberto Zaccheroni, possa contar com os jogadores que atuam nas ligas europeias.

 

O secretário-geral da Liga japonesa, Daisuke Nakatani, confirmou a postura propícia adotada pelo comitê executivo do organismo e a condição exigida junto à federação, segundo informou o jornal japonês The Mainichi Daily News.

 

"Enviaremos à Conmebol uma lista de jogadores que necessitamos. A Conmebol nos comunicou que assumiria toda a responsabilidade na negociação com a Fifa para liberar os jogadores", explicou o diretor da liga japonesa, que não precisou o número de jogadores que pretende reivindicar.

 

O jornal garante que o diretor técnico da entidade, Hiromi Hara, explicou ao vice-presidente senior da Fifa, o argentino Julio Grondona, que o Japão terá de renunciar a comparecer à Copa América se os clubes não liberarem os jogadores.

 

Dentro de dois dias, em 15 de abril, encerra o prazo de dez dias estabelecido pelo Comitê Organizador do torneio para que as autoridades esportivas japonesas reconsiderem sua renúncia ao torneio devido ao terremoto que assolou o país em 11 de março.

 

O Japão, que era a seleção convidada para participar da próxima edição da Copa América, estava no mesmo grupo do anfitrião, Argentina, ao lado da Colômbia e da Bolívia.

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