Ivan Storti / Santos FC
Ivan Storti / Santos FC

Jesualdo elogia trabalho e minimiza críticas no Santos: 'Vou dormir tranquilo'

Técnico português tem 50% de aproveitamento no comando da equipe e acredita que jogadores podem evoluir

Guilherme Amaro, O Estado de S.Paulo

29 de fevereiro de 2020 | 19h52

O técnico do Santos, Jesualdo Ferreira, está satisfeito com o trabalho realizado até agora no Brasil. Sob o comando do português, a equipe alvinegra tem 50% de aproveitamento: três vitórias, três empates e duas derrotas nas oito partidas realizadas no Estadual. Após o empate sem gols com o Palmeiras, no Pacaembu, o treinador minimizou as críticas que vem recebendo.

"Temos feito um grande trabalho, com uma grande capacidade de nos adaptar. Estamos gerindo jogadores que não conhecíamos. Ainda tivemos algumas lesões. Essas críticas não me atingem. Elas atingem os jogadores, que sofrem com elas. É importante que estejam tranquilos. Muitos desses jogadores ainda não jogaram o que podem. Vou deitar e dormir tranquilo", afirmou Jesualdo.

O treinador acredita que o Santos sai fortalecido do clássico deste sábado. A equipe vinha de duas atuações ruins, na derrota para o Ituano e no empate com a Ferroviária. O próximo compromisso será a estreia da Copa Libertadores da América, na terça-feira, contra o Defensa y Justicia, na Argentina.

"Para mim, ganhamos muito com esse jogo. Os jogadores estão muito mais confiantes. Com essa modificação, pela forma como foram capazes de interpretar um plano diferente, houve pontos a nosso favor, conquistas a nosso favor e um trazer de confiança a nossos jogadores. Tenho de cumprimentar meus jogadores pela forma como foram do primeiro ao último minuto com o objetivo de ganhar", disse o técnico.

Jesualdo também analisou a atuação do Santos no empate com o Palmeiras. Ele teve de tirar o volante Alison e o lateral-esquerdo Felipe Jonatan, que sentiram ainda no primeiro tempo e não voltaram do intervalo. "As situações mais perigosas para nós foram em bolas paradas. Na segunda etapa, houve duas substituições forçadas (Alison e Felipe Jonatan sentiram), o que nos obrigou a mudar a estrutura. O time foi capaz de se ajustar rapidamente e tomar alguma vantagem, pela altura dos nossos jogadores, mas o Palmeiras começou a ter mais iniciativa, e a segunda etapa foi equilibrada, aberta, em que qualquer equipe poderia ter chegado ao gol. Minha equipe foi bem. Fomos capazes de controlar e ter ascendência contra um time de excelentes jogadores", analisou Jesualdo.

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