Jô: hora de redimir pai e irmão

O telefone já havia tocado dez vezes quando o velho Dario resolveu acordar o menino. A angústia era grande na família por tudo o que o dia prometia. Ainda estava escuro quando o pai de Jô voltou da rua com um exemplar da edição de esportes do JT nas mãos. A publicação com a foto do rapaz na primeira página encantou também a mãe, dona Tânia. Seu Dario, um obscuro atacante do Corinthians no fim da década de 60, ainda fez questão de deixar outro exemplar no táxi que dirige. ?Quero que todo mundo saiba: esse é o meu filho!? Nem Jô imaginava que o seu gol na vitória por 3 a 1 sobre o Inter, domingo, no Pacaembu, fosse repercutir tanto. Leia mais no Jornal da Tarde

Agencia Estado,

26 de agosto de 2003 | 09h12

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