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Joaquim Löw minimiza lesões e diz que Alemanha não é 'hospital'

Para treinador, 'é preciso ter calma' com o tratamento dos problemas físicos do elenco

26 de maio de 2014 | 12h05

SÃO PAULO - Em sua primeira entrevista coletiva neste início de preparação da Alemanha para a Copa, o técnico Joachim Löw minimizou as lesões no seu elenco e afirmou que a seleção não é "hospital". O time alemão é um dos que mais sofre com problemas físicos às vésperas do Mundial, com pelo menos quatro lesionados e com risco de virarem baixa para o Mundial.

"Quando você lê notícias sobre isso você começa a pensar que estamos em um hospital aqui, mas não é este o caso", afirmou o treinador. "Os jogadores estão trabalhando muito bem e no momento estou muito satisfeito. Alguns ainda estão machucados e não podem treinar plenamente como time, mas estão trabalhando individualmente. Estou confiante de que isso vai funcionar".

As dúvidas de Löw são o capitão Philipp Lahm, o goleiro Manuel Neuer, o volante Bastian Schweinsteiger e o zagueiro Marcel Schmelzer. Lahm e Neuer, em recuperação, ainda não começaram a treinar. Schweinsteiger e Schmelzer estão trabalhando em separado. Já o volante Sami Khedira parece estar bem recuperado depois de defender o Real Madrid na final da Liga dos Campeões, no sábado.

"Philipp Lahm vai começar a treinar amanhã . Mas temos que manter calma. Serenidade é o caminho a seguir. Sua lesão no tornozelo melhorou bastante. Neuer vai precisar de mais alguns dias, ainda está na reabilitação [dores no ombro]. Schweinsteiger já é capaz de fazer trabalhos físicos. Schmelzer provavelmente vai pode treinar na quarta com a equipe", declarou.

"Nós acreditamos que todos estão bem nos próximos dias. É para isso que estão trabalhando. De acordo com nosso departamento médico, são todas lesões de pouca gravidade e não estou preocupado", afirmou Löw, que comanda a preparação da Alemanha nos Alpes italianos, no norte do país, antes de chegar ao Brasil somente no dia 8 de junho.

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