Joel admite futebol ruim, mas elogia raça do Cruzeiro

Apesar da vitória sobre o Ceará, Joel Santana admitiu na noite de sábado que o Cruzeiro teve uma atuação aquém da esperada, em Uberlândia. O treinador, porém, preferiu exaltar a raça dos seus jogadores, que buscaram o triunfo com gol de pênalti, aos 26 minutos do segundo tempo.

AE, Agência Estado

21 de agosto de 2011 | 10h31

"Quando não se ganha com uma boa atuação, se ganha com a raça. Hoje foram duas situações importantes: a raça dos jogadores e o prestígio da torcida. Não resta dúvida de que a torcida foi importante para a gente vencer esse time, que não é fácil. É um time armado, organizado", comentou o técnico.

Joel admitiu que o resultado aliviou o ambiente do time, que vem apresentado uma campanha irregular no Brasileirão. "Eu estava um pouquinho amargurado pelos últimos resultados dos jogos, que me aborreceram. A cobrança é grande. Temos potencial de comissão técnica, de clube e de torcida. Você tem uma estrutura como nós temos, com profissionais como nós temos... Eu estou acostumado a vencer, não gosto de andar lá atrás", afirmou.

O treinador comentou ainda sobre sua expulsão inesperada, nos acréscimos da partida, por ter arremessado sua prancheta no chão. "No final do jogo eu pedi para o jogador levar a bola para a linha de fundo, prender a bola, para terminar o jogo. Ele parou e pediu para o Montillo avançar. Eu joguei a prancheta no chão e ele (árbitro) me expulsou. Será que não pode jogar a prancheta no chão?", questionou Joel. "Não falei nada com ele (árbitro), virei de costas e joguei a prancheta", explicou.

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