Jogador de 26 anos do Nuevo Chicago é assassinado

'Estamos consternados, abatidos, resignados. É um dia triste,' diz o vice-presidente do clube

Estadão Conteúdo

13 de maio de 2016 | 13h18

O futebol da Argentina está de luto. O defensor Rodrigo Espíndola, um jogador que atuava na segunda divisão nacional, foi morto ao ser atingido por um disparo no peito quando tentava impedir que um desconhecido entrasse na sua casa para roubar, confirmou nesta sexta-feira o Nuevo Chicago, o seu clube.

O defensor, de 26 anos, estava com sua esposa e filho quando foi surpreendido, na noite desta quinta-feira, após estacionar o carro na garagem da sua residência, em Monte Grande, perto de Buenos Aires, de acordo com a reconstituição apresentada pela polícia, facilitada pelas imagens capturadas por uma câmera de segurança de um vizinho.

"Estamos consternados, abatidos, resignados. É um dia triste", destacou o vice-presidente do Nuevo Chicago, Daniel Ferreiro, ao comentar a morte do jogador, que chegou com vida a um hospital, mas faleceu quando estava sendo operado.

A Associação de Futebol Argentino (AFA) expressou, nesta sexta-feira "sua dor e comoção pelo assassinato" de Espíndola, que começou sua carreira no Chacarita Juniors, passou pelo Racing e há três anos jogava no Nuevo Chicago, equipe modesta do bairro de Mataderos, no sul de Buenos Aires.

O Nuevo Chicago disputa a Primeira B Nacional, a segunda divisão do futebol argentino. E além da AFA, vários clubes divulgaram comunicados oficiais ou textos em redes sociais lamentando a morte de Espíndola, entre eles Boca Juniors, Vélez

Sarsfield, Colón, Banfield e Atlético Tucumán.

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