Phil Noble/Reuters
Phil Noble/Reuters

Jogador que atua na Premier League é preso por suspeita de pedofilia

Nome do atleta não foi revelado, mas ele tem 31 anos e joga na seleção nacional; Everton confirma que afastou um integrante do seu elenco sob investigação

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2021 | 10h22

Um jogador da Premier League, organização responsável pela organização do Campeonato Inglês, foi preso na última sexta-feira, 16, sob suspeita de crimes sexuais contra crianças. O atleta foi interrogado pela polícia de Manchester por um possível envolvimento com pedofilia e, mais tarde, liberado após o pagamento de fiança.  

Além disso, o jogador foi suspenso de seu clube enquanto as investigações continuam. O Everton divulgou um comunicado na segunda-feira confirmando a suspensão de um integrante do time principal, mas se rejeitou a confirmar se há relação entre os casos. "O Everton confirma que suspendeu um jogador titular enquanto aguarda uma investigação policial. O clube continuará apoiando as autoridades em seus inquéritos e não fará mais declarações neste momento", divulgou, em comunicado.

Como a investigação corre sob segredo de justiça, o nome do atleta não foi revelado. A única informação confirmada é que ele tem 31 anos. A imprensa inglesa informa que o jogador também defende regularmente sua seleção. O único que se encaixa no perfil é o meia Sigurdsson. O jornal inglês Mirror, primeiro a dar a notícia, divulgou que o "craque milionário, teve sua casa invadida pela polícia." 

A suspeita do crime de pedofilia causou um grande choque, segundo uma fonte. Isso porque qualquer acusação que envolva crianças é algo sério e deve ser investigada desde o momento em que é feita. De acordo com ela, como o atleta já recebeu uma fortuna em salários e foi negociado por valores milionários, é esperado que haja enorme repercussão.

"É claro que este assunto deve ser totalmente investigado. Alegações dessa natureza causarão um alarme considerável entre todos dentro do clube, na torcida e no público em geral. É um caso de esperar para ver aonde a investigação nos levará", disse uma fonte ouvida pelo Mirror.

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