Fábio Leoni / Ponte Press
Fábio Leoni / Ponte Press

Jogadores da Ponte Preta evitam comparações com Paulistão de 77

' Em 1977, eu nem havia nascido. Nossa hora é agora', afirma o lateral Arthur

Gonçalo Junior, Estadao Conteudo

25 de abril de 2017 | 18h38

Às vésperas da decisão do Campeonato Paulista, a estratégia adotada pela comissão técnica e pela diretoria da Ponte Preta para diminuir a pressão sobre os jogadores é evitar as comparações com a final de 1977, quando a equipe foi derrotada pelo Corinthians 40 anos atrás na decisão do Campeonato Paulista.

"Nós temos de viver esse momento. Em 1977, eu nem havia nascido. Nossa hora é agora. Temos de pensar em 2017", diz o lateral Artur, que disputa posição com Reinaldo na lateral-esquerda.

Para o jogador, os últimos torneios nos quais a equipe foi vice-campeã, como 2008 no Paulistão e 2013 no Copa Sul-Americana, não devem ser lembrados. O goleiro Aranha é um remanescente de 2008 enquanto Cajá esteve em 2013. "É hora de olhar para a frente", declarou o técnico Gilson Kleina, logo após a classificação em cima do Palmeiras.

Depois de dois dias de folga, apenas os jogadores que não atuaram na derrota para o Palmeiras, no sábado, treinaram no gramado do Centro de Treinamento da Ponte Preta, em Campinas. Os titulares, que seguraram a derrota mínima e garantiram a classificação, fizeram apenas exercícios físicos na academia. Nino Paraíba e Renato Cajá treinaram normalmente e poderão ser escalados no domingo.

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