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Pedro Martins/MoWa Press
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Jogadores da seleção afirmam que reação nas Eliminatórias já está na história

Brasil chegou à liderança isolada na tabela com sete vitórias seguidas

Ciro Campos e Leandro Silveira, O Estado de S.Paulo

27 de março de 2017 | 07h00

A seleção brasileira se prepara para enfrentar o Paraguai, nesta terça-feira, em São Paulo, com a tranquilidade de quem já se sente com o dever cumprido. Os jogadores têm dito em entrevistas nos últimos dias, durante os compromissos das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa de 2018, que a reação responsável por garantir sete vitórias consecutivas na competição será sempre lembrada.

A sequência deu ao Brasil a série mais positiva da história, ao superar a campanha da equipe do técnico João Saldanha, em 1969. "Tudo o que foi feito nos últimos meses, a forma como a equipe entendeu o trabalho, como conseguiu colocar em prática, sem dúvida ficará marcado. Daqui dez, 15 anos, vai ficar lembrado tudo isso o que foi feito", disse o lateral-direito Fagner.

Até a estreia do técnico Tite, em agosto, o Brasil estava em sexto lugar nas Eliminatórias. Agora são sete vitórias consecutivas e sete pontos de vantagem para o vice-líder das Eliminatórias Sul-Americanas, Uruguai. A classificação antecipada ao Mundial da Rússia, em 2018, pode vir já nesta terça-feira, caso vença o Paraguai, em São Paulo, e conte com as derrotas do Equador em Quito para a Colômbia e do Chile para a Venezuela, em Santiago.

"Estamos bem, com confiança para jogar bem. Não sei se será para história, mas com certeza ficará marcado na minha história", disse o zagueiro Marquinhos, neste domingo. "É a minha primeira Eliminatória, experiência muito boa na minha carreira, na minha vida. Vivi os dois lados da situação, com um começo difícil e agora um momento positivo", afirmou o defensor de 23 anos.

O Brasil conta com mais cinco partidas para confirmar a vaga na próxima Copa. Fora o Paraguai, a equipe terá em agosto o Equador em casa e a Colômbia, fora, em Barranquilla. Em outubro, a participação termina contra a Bolívia, em La Paz, e depois ao receber o Chile.

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