Alê Cabral/ Comitê Paralímpico Brasileiro
Alê Cabral/ Comitê Paralímpico Brasileiro

Jogadores da seleção olímpica são vacinados contra a covid-19 em São Paulo

Imunizantes foram doados pelo COI para as delegações que viajarão a Tóquio para os Jogos Olímpicos

Redação, Estadão Conteúdo

05 de julho de 2021 | 17h32

Os jogadores da seleção brasileira olímpica receberam, na manhã desta segunda-feira, a primeira dose da vacina contra a covid-19. Os imunizantes foram doados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para as delegações que viajarão a Tóquio para os Jogos Olímpicos.

A vacinação ocorreu em São Paulo, na sede do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Foram apenas seis atletas vacinados entre os convocados. O número é baixo pois a maior parte dos jogadores convocados já havia sido imunizada.

Nesta segunda-feira, receberam a primeira dose Lucão, Diego Carlos, Reinier, Matheus Cunha, Abner e Santos. Os dois últimos ainda não se apresentaram à seleção olímpica, mas vieram a São Paulo para o jogo do Athletico-PR contra o Santos, marcado para esta terça-feira, pelo Brasileirão. A CBF não informou qual vacina foi usada nos atletas. Podem ser Sinovac ou Pfizer, de acordo com a disponibilidade.

O técnico André Jardine falaria em entrevista coletiva nesta segunda, mas o bate-papo com os jornalistas foi adiado em decorrência da imunização da delegação. A CBF foi a última a vacinar seus atletas.

De acordo com a CBF, a segunda dose do imunizante será aplicada assim que os atletas retornarem ao Brasil após a disputa da Olimpíada. Membros da comissão técnica e do estafe do time brasileiro masculino já haviam recebido o imunizante na primeira rodada de vacinação organizada pelo COB.

A vacinação para os Jogos Olímpicos não é obrigatória para entrada no Japão. É mais uma ação para ajudar na proteção de quem vai participar do evento. Ao todo, segundo o Comitê Olímpico do Brasil (COB), 1800 profissionais da delegação brasileira receberão o imunizante.

Segundo as autoridades, as vacinas são oferecidas pelo Ministério da Saúde e o Comitê Olímpico Internacional vai repor as doses, o que fará com que, a cada dose aplicada nos atletas, duas sejam doadas para o SUS.

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