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Denis Balibouse / Reuters
Denis Balibouse / Reuters

Jogadores da Suíça acreditam que seleção pode surpreender na Rússia

Equipe será a primeira adversária do Brasil na primeira fase e espera chegar até as quartas de final da Copa

O Estado de S.Paulo

19 de março de 2018 | 11h35

A Suíça é conhecida por ser uma seleção defensiva, e foi assim que conseguiu chegar nas oitavas de final da Copa do Mundo três vezes. Agora, porém a equipe quer superar esses resultados, chegando até às quartas, e jogando um futebol mais ofensivo. A seleção suíça será um dos adversários do Brasil na primeira fase, ao lado de Costa Rica e Sérvia. Caso se classifique no grupo, o páreo nas oitavas certamente será difícil, já que enfrentará México, Suécia, Coreia do Sul ou a temida Alemanha.

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Em matéria publicada no site oficial, a FIFA cita razões para acreditar em uma boa campanha do país europeu, que buscou  mudar a sua vocação defensiva desde a chegada do técnico Vladimir Petkovic após a Copa de 2014. "Nós crescemos muito como time após a última Copa, e também podemos jogar de forma reativa durante o jogo", afirmou o treinador.

Nas eliminatórias europeias, a Suíça perdeu apenas um jogo, fora de casa, para Portugal, após vencer a seleção de Cristiano Ronaldo no primeiro turno, ficando atrás  no saldo de gols. Na repescagem, bateu a Irlanda do Norte. Ao todo, foram 24 gols em 12 jogos, com uma boa média de dois por jogo.

Por isso, a equipe tem expectativas mais altas para o Mundial da Rússia. "Queremos chegar às quartas de final. Seria yna grande passo para nós. Sei que nossos torcedores tem essa esperança e expectativa. Os jogadores também têm e eu também tenho", disse Petkovic.

Outra razão citada pelo site da entidade que organiza o futebol é a união entre os atletas. Segundo Lichsteiner, capitão da equipe, Petkovic conseguiu criar um senso de unidade nos últimos anos. Omar Hitzfeld, antigo técnico, cita atletas com pais estrangeiros como parte do processo. "Os imigrantes são o que fazem a seleção tão boa. Eles não conhecem o medo. A mentalidade deles os dá uma vontade firme de vencer", afirmou.

Tais mudanças animam o meia Xhaka. "Comparado a cinco ou seis anos atrás, nossa qualidade é diferente agora. Todos os nossos jogadores são titulares regulares em times 'top'", afirmou o atleta, que atua no Arsenal.

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