Jogadores do Botafogo lamentam pressão da torcida

No domingo, cinco integrantes de uma torcida organizada do Botafogo invadiram o treinamento de equipe, na sede de General Severiano, demonstrando o clima de pressão e desconforto sobre os jogadores para a partida decisiva desta quarta-feira contra o River Plate-SE, pela Copa do Brasil.

AE, Agência Estado

28 de fevereiro de 2011 | 20h18

Depois da derrota no jogo de ida, o time alvinegro precisa vencer por dois gols de diferença para avançar à segunda fase, sob pena de deixar o ambiente no clube insuportável. "Isso chateia muito. O lugar para protestar é na arquibancada, e quando parte para violência, vira caso de polícia. Invadir o treino não resolve", reclamou Renato Cajá, que disse que tal tipo de pressão não ajuda em nada a criar brios nos jogadores.

"Nós fazemos uma análise e sabemos que o trabalho resolve. Vamos vencer e a torcida voltará para o nosso lado", comentou o meia.

O técnico Joel Santana, porém, tem problemas para armar o time. Pelo quarto dia consecutivo, Loco Abreu foi poupado dos treinamentos por conta de dores lombares. Sua escalação contra os sergipanos é duvidosa. No treino desta segunda, Caio formou dupla de ataque com Herrera. Everton deve tomar o lugar de Somália no meio de campo. Marcelo Mattos segue em tratamento de uma lesão no pé direito e também não enfrenta o River Plate.

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