Pilar Olivares/Reuters
Pilar Olivares/Reuters

Jogadores do Fluminense tentam assimilar trabalho de Oswaldo: 'Temos de esquecer Diniz'

Eliminado da Copa Sul-Americana, equipe agora foca para escapar das última posições do Brasileirão

Redação, Estadão Conteúdo

30 de agosto de 2019 | 10h29


Na estreia de Oswaldo de Oliveira no comando, o Fluminense foi eliminado nas quartas de final da Copa Sul-Americana com o empate por 1 a 1 contra o Corinthians, na noite de quinta-feira, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Com apenas o Campeonato Brasileiro pela frente, no qual o time está na zona de rebaixamento, o pensamento dos jogadores agora é de página virada com relação ao trabalho anterior do técnico Fernando Diniz.

"Temos que esquecer o Diniz. Gosto muito dele como pessoa e como treinador, mas é passado. Todo jogo ficar comparando Diniz e Oswaldo (de Oliveira) é complicado. A gente tem que entender o Oswaldo e dar continuidade ao trabalho", disse o volante Allan, que sabe que o novo treinador tenta emplacar a própria filosofia.

"É muito pouco tempo de convivência e ele tem muita coisa para passar e para a gente aprender. Os jogadores têm que entender o treinador o mais rápido possível. Acredito que vai dar tudo certo", completou o meio-campista.

Na 18.ª colocação com 12 pontos, o Fluminense está três atrás do Cruzeiro, o primeiro fora da zona de rebaixamento, com um jogo a menos. Na segunda-feira, o time carioca enfrentará o Avaí, no Maracanã. "A gente vinha há oito meses com uma forma de jogar. Agora, faltam três meses para acabar a temporada. E temos que fazer uma pontuação para sair da zona de incômodo", lembrou o meia Paulo Henrique Ganso.

Substituído no segundo tempo contra o Corinthians, Ganso foi vaiado pela torcida. Oswaldo de Oliveira pede paciência com relação ao jogador e a Nenê, outro experiente do elenco. "Eu já falei que eles vão me mostrar. Não podemos colocar a carga dessa situação neles. São dois craques, é a realidade. Sempre que puder, vou usar os dois juntos. Dada a qualidade e experiência deles. Se entender que eles não estão produzindo, é claro, vou buscar alterná-los ou criar alternativa. Não é a primeira vez que se ouve vaias a alguém que sai. Tem de superar. Foi uma circunstância de um time que foi eliminado. Não temos de nos abater e dar sequência", afirmou.

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